Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Trabalho

Muito boa tarde,

Depois de um agradável almoço, cá estou eu para postar mais um textozinho.

Neste momento, predispus-me a falar sobre o calvário de bilioes de pessoas

( em especial, nosso, portugueses), o TRABALHO!

Pois é, aqui está uma actividade da qual muitos fogem. Também não admira que o façam, visto que levantar todos os dias muito cedo e deitar muito tarde, é muito difícil.

Pessoalmente, já trabalhei algumas vezes. Aliás, desde os 15 anos que trabalho no Verão, tendo feito um interregno aos 17 anos, por opção própria.

Embora não sendo algo infinito, pude constatar que a actividade laboral é das actividades mais complexas, já que, na maior parte das vezes, não depende apenas de nós. Por conseguinte, há um alvo em tudo o que edificamos. Ou seja, o cliente, é o nosso ponto de referência e também a nossa finalidade. É em função dele que tudo se desenvolve. É, ainda, em função dele, que o(s) patrão(ões) estrutura todo o seu negócio. Todavia, é necessário ter sabedoria( e estudos, quiçá) para administrar suficientemente bem uma profissão, qualquer que ela seja, porque em todas, a qualidade tem a obrigação de imperar.

Infelizmente, muitas são as profissões onde a qualidade de serviço não é a melhor e onde os empregados são mal tratados tanto pelo patronato como pelos clientes. 

Do que referi acima, posso mencionar que a precaridade existente em cafés e pizarias é enorme e inenarrável. 

Devo declarar aqui que a entidade que me comandou naqueles serviços foi reveladora de inexistência de capacidade de liderança, dado que apenas se comandava e se exigia sem que os direitos dos empregandos fossem respeitados.

Em abono da verdade, devo afirmar que nem sempre fui o empregado perfeito, mas tentei fazer da profissão algo sério, embora também não fosse sempre possível.

Actualmente, decidi procurar trabalho noutra área, experimentando assim novas sensações e novas organizações. 

Se é verdade que sem contrato se ganha mais( muitas pessoas optam por essa via), também não é menos verdade que aguentar os maus tratos não justifica os "relativamente altos" vencimentos. 

No hipermercado onde trabalho (Jumbo), não somos os mais bem pagos em Portugal, mas temos um bom ambiente, temos pessoas capazes, com condições para criarem projectos ambiciosos e sagazes. A juventude impera no seio do grupo de colaboradores e, consequentemente, o sorriso é, invariavelmente, a nossa imagem de marca.

Perante estes factos, na minha opinião, é preferível receber menos e ter excelentes condições de trabalho com todos os direitos e deveres incutidos nas legislações, do que receber muito e ser constantemente menosprezados e subvalorizados.

 

 

O dinheiro não é tudo !!

 

sinto-me: bem
publicado por Joao Silva às 15:46

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